POR BRUNO JARDIM
Tem coisas que permanecem na nossa vida não porque Deus mandou ficar, mas porque a gente teve medo de deixar ir.
Às vezes fica por carência, apego e porque chamamos de amor aquilo que já virou prisão.
“Há tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de lançar fora” (Ec 3:6).
Jesus amou o jovem rico… e o deixou ir.
Amor que escraviza não vem do Reino.
E despedidas também podem ser atos de obediência.
Nem tudo que fica é de Deus.
E nem tudo que vai embora é perda.
Recomeçar, muitas vezes, é discernir que Deus não está no que insiste em ficar, mas na liberdade que nasce quando temos coragem de deixar ir.
Deus não nos chama para suportar o que nos adoece, mas para viver o que nos edifica.
Minha oração é que, em sua vida, fique apenas o que gera vida.
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