
para haver separação entre o dia e a noite...
Infelizmente não se consegue mais distinguir o dia da noite. A luz que deveria brilhar preferiu trocar o branco do luar pelo cinza oriundo dos valores do mundo.
Mundo este que jaz no maligno (1 João 5;19). Ele juntamente com seu valor se encontra corrompido, em depreciação, fadado a desaparecer de uma vez por toda.
No momento em que a igreja reflete a Luz de Deus no mundo as trevas são dissipadas, fazendo com que haja separação entre o dia e a noite. Esta ação é semelhante a que encontramos quando colocamos água e óleo dentro de um mesmo balde.
As substâncias ficam separadas, pois são líquidos imiscíveis, ou seja, que não se misturam. Mesmo estando no mesmo ambiente (o balde), é possível perceber a diferença e identificar a localização da água e do óleo.
A igreja deve ser imiscível, no sentido de estar no mesmo ambiente (mundo), mas não se misturar, não se conformar com os valores deste presente século.
Da mesma forma deve ser a relação da igreja com os ambientes freqüentados. É fundamental que aja uma diferenciação para com aqueles que estão inseridos neste ambiente.
Tal diferença transcende a forma, antes ela se dá de dentro para fora. Mesmo inserido existencialmente dentro de um mesmo ambiente, não se deve participar da essência dele. Deve-se transitar sem se conforma, estar presente e ausente ao mesmo tempo. Presente no ambiente, porém ausente do sistema que permeia o lugar.
Em Filipenses 2:15, o apóstolo Paulo nos orienta para que sejamos “...irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo”.
No meio deste mundo corrompido e que jaz no maligno é que a igreja revela com o seu procedimento quem de fato ELE É.
Já é hora de se levantar, resplandecer, “porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR vai nascendo sobre ti” (Isaias 60:1).
Mundo este que jaz no maligno (1 João 5;19). Ele juntamente com seu valor se encontra corrompido, em depreciação, fadado a desaparecer de uma vez por toda.
No momento em que a igreja reflete a Luz de Deus no mundo as trevas são dissipadas, fazendo com que haja separação entre o dia e a noite. Esta ação é semelhante a que encontramos quando colocamos água e óleo dentro de um mesmo balde.
As substâncias ficam separadas, pois são líquidos imiscíveis, ou seja, que não se misturam. Mesmo estando no mesmo ambiente (o balde), é possível perceber a diferença e identificar a localização da água e do óleo.
A igreja deve ser imiscível, no sentido de estar no mesmo ambiente (mundo), mas não se misturar, não se conformar com os valores deste presente século.
Da mesma forma deve ser a relação da igreja com os ambientes freqüentados. É fundamental que aja uma diferenciação para com aqueles que estão inseridos neste ambiente.
Tal diferença transcende a forma, antes ela se dá de dentro para fora. Mesmo inserido existencialmente dentro de um mesmo ambiente, não se deve participar da essência dele. Deve-se transitar sem se conforma, estar presente e ausente ao mesmo tempo. Presente no ambiente, porém ausente do sistema que permeia o lugar.
Em Filipenses 2:15, o apóstolo Paulo nos orienta para que sejamos “...irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo”.
No meio deste mundo corrompido e que jaz no maligno é que a igreja revela com o seu procedimento quem de fato ELE É.
Já é hora de se levantar, resplandecer, “porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR vai nascendo sobre ti” (Isaias 60:1).
