sábado, janeiro 23

2010 - Revelando ao mundo quem Tu És - II


para haver separação entre o dia e a noite...

Infelizmente não se consegue mais distinguir o dia da noite. A luz que deveria brilhar preferiu trocar o branco do luar pelo cinza oriundo dos valores do mundo.

Mundo este que jaz no maligno (1 João 5;19). Ele juntamente com seu valor se encontra corrompido, em depreciação, fadado a desaparecer de uma vez por toda.

No momento em que a igreja reflete a Luz de Deus no mundo as trevas são dissipadas, fazendo com que haja separação entre o dia e a noite. Esta ação é semelhante a que encontramos quando colocamos água e óleo dentro de um mesmo balde.

As substâncias ficam separadas, pois são líquidos imiscíveis, ou seja, que não se misturam. Mesmo estando no mesmo ambiente (o balde), é possível perceber a diferença e identificar a localização da água e do óleo.

A igreja deve ser imiscível, no sentido de estar no mesmo ambiente (mundo), mas não se misturar, não se conformar com os valores deste presente século.

Da mesma forma deve ser a relação da igreja com os ambientes freqüentados. É fundamental que aja uma diferenciação para com aqueles que estão inseridos neste ambiente.

Tal diferença transcende a forma, antes ela se dá de dentro para fora. Mesmo inserido existencialmente dentro de um mesmo ambiente, não se deve participar da essência dele. Deve-se transitar sem se conforma, estar presente e ausente ao mesmo tempo. Presente no ambiente, porém ausente do sistema que permeia o lugar.

Em Filipenses 2:15, o apóstolo Paulo nos orienta para que sejamos “...irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo”.

No meio deste mundo corrompido e que jaz no maligno é que a igreja revela com o seu procedimento quem de fato ELE É.

Já é hora de se levantar, resplandecer, “porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR vai nascendo sobre ti” (Isaias 60:1).

sábado, janeiro 2

2010 – Revelando ao mundo quem Tu És


“E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.”
Gênesis 1;14

É interessante notar que desde o quarto dia da criação, onde Deus ordenara que surgissem luminares na expansão dos céus, o dia e a noite nunca falharam.

Em nenhum dia da existência o Sol deixou de nascer nem a lua de comparecer. Sempre quando olhamos para o alto nos deparamos, seja de dia ou de noite, com o Sol e a Lua respectivamente.

Tais luminares foram criados com funções previamente determinadas e as vem cumprindo fielmente até hoje.

Da mesma forma que o Pai colocou o Sol e a Lua nos céus com funções previamente determinadas, assim também Ele “nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" (Efésios 2:6). "Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus” (Efésios 3:10).

ELE é o nosso Sol da justiça (Malaquias 4:2). Aquele que tem luz própria e é fonte de tudo. Partindo desse principio, de que Deus é o Sol da justiça e de que Nele estamos assentados nos céus, podemos atribuir à Lua uma representação da igreja.

A Lua não cria sua própria luz como o Sol faz, mas brilha refletindo a luz que o Sol lança sobre ela. A luz Solar revela os enigmas do universo. Se não fosse por ela, o Sistema Solar seria muito escuro. Os planetas, seus satélites naturais, os asteróides e os cometas não seriam visíveis como são. Todos ficariam negros.

A luz do Sol refletida na Lua não revela somente os céus, ela também, serve para iluminar a Terra.

O mesmo ocorre com a igreja; além de revelar ao mundo os mistérios dos céus que foram revelados à Luz das Escrituras, a igreja tem como missão iluminar o mundo com a operacionalização desta revelação.

A revelação ilumina o céu, a ação ilumina a Terra.

Não se deve ficar somente no campo místico, espiritual, tem que ter ação.

Em muitos momentos da história da humanidade o mundo olhou para o céu em busca de socorro, mas não encontrou os luminares.

È verdade que o Sol não depende da Lua para nascer, ele sempre esta lá. O problema ocorre quando a Lua se cansa de ser Lua e não quer mais refletir se achando no direito de ser luz.

Para isso ela se interpõe entre a Terra e o Sol, ocultando completamente a sua luz numa estreita faixa terrestre. Conclusão: ocorre um eclipse solar. A Terra fica no escuro em pleno dia.

O que deveria ser revelado passa a ser ocultado no momento em que achamos que podemos brilhar sem a luz do Sol da Justiça.

Em Cristo, a igreja foi colocada assentada nas regiões celestiais para que Com Cristo ela reinasse exercendo as mesmas funções dos luminares.

Nos próximos artigos iremos abordar cada função que o Criador atribuiu para os iluminares e como elas podem ser aplicadas em nossa existência, contribuindo para revelarmos ao mundo quem ELE É.